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quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Chivas e Universidad de Chile iniciam luta por inédita final da Libertadores
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| Créditos: Reprodução/Globo Esporte |
Montillo acertou transferência para o Cruzeiro, mas
vai defender 'La U' até o fim da Libertadores
vai defender 'La U' até o fim da Libertadores
Para se tornar o segundo time mexicano a se classificar para a final da Libertadores (o único foi o Cruz Azul, vice-campeão em 2001), o Chivas poderá contar com quatro dos cinco jogadores do clube que representaram o México na Copa do Mundo: o goleiro Michel, o defensor Magallon e os atacantes Medina e Bautista. O grande desfalque é o avante Javier Hernandez. Um dos destaques da seleção mexicana na África do Sul (fez dois gols no Mundial, contra França e Argentina), Hernandez foi negociado com o Manchester United (Inglaterra).
Apesar da ausência da revelação de 22 anos, a equipe mostra confiança em conseguir uma vitória em casa, com boa vantagem de gols, como ocorreu nas oitavas e quartas de final, contra o Veléz Sarsfield (Argentina) e o Libertad (Paraguai), respectivamente. Nas duas etapas, o Chivas venceu o jogo de ida por 3 a 0, e garantiu a vaga no campo do adversário, mesmo perdendo por 2 a 0 em ambas as oportunidades.
- O que nos favoreceu nas fases anteriores foram vitórias contundentes em casa, que nos deram muita confiança. E é isso que vamos buscar - disse o atacante Arellano.
O Universidad de Chile, após chegar às semifinais da Libertadores pela terceira vez na história do clube (como em 70 e 96), quer agora dar um passo a mais.
- É uma das partidas mais importantes da história de 'La U' e estamos orgulhosos. Estamos confiantes em fazer uma grande exibição - disse o atacante argentino Diego Rivalora.
Para o duelo na Cidade do México, o treinador Gerardo Peluso poderá contar com o meia Montillo. Destaque da equipe na campanha, o jogador foi negociado com o Cruzeiro, mas defenderá o time chileno até o encerramento da participação da equipe na Libertadores.
A equipe chilena terá quatro desfalques na semifinais. O uruguaio Álvaro Fernandez não renovou contrato com a equipe após disputar a Copa do Mundo; Estrada se transferiu para o Montpellier após defender o Chile na África do Sul; e Nelson Pinto e Ángel Rojas estão suspensos.
O jogo de volta, em Santiago, será disputado no próximo dia 3, no Estádio Nacional.
Escalações prováveis:
Chivas: Michel; Esparza, Reynoso, Magallón e Luna; Araujo, Báez e Fabián; Bautista, Medina e Arellano. Técnico: José Luis Real.
Universidad de Chile: Pinto; Rodríguez, Victorino, Olarra e Jose Rojas; Contreras, Seymour, Iturra e Montillo; Puch e Olivera. Técnico: Gerardo Pelusso.
Palpite: Chivas 2 x 1 Universidad
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
Coluna do Felipe:Um clássico à altura do que significa
Era um jogo de difícil prognóstico. Os primeiros noventa minutos, no Maracanã, não deixaram quase nenhuma pista sobre o que poderia acontecer no Pacaembu, porque os esperados duelos táticos morreram no campo encharcado. Quase nenhuma, porque a vantagem do Flamengo indicava o time carioca fechado e pelos contra-ataques, e o Corinthians lançado à frente pela necessidade do placar e pelo canto da Fiel.
E como cantou a Fiel. Cantou de modo a espantar o medo dos contra-ataques, e o ofensivo time escalado por Mano Menezes fez valer o mando de campo. Um onipresente Elias comandou o domínio mosqueteiro, Ronaldo deu pinta daquele Ronaldo decisivo que conhecemos e é mero detalhe que os gols tenham saído em novas falhas da contestada defesa rubro-negra. O Corinthians fez o placar que precisava em quarenta e cinco minutos e fez a sua torcida acreditar que a noite seria uma festa só.
A missão de Rogério era muito difícil, à beira do impossível. A manobra óbvia seria colocar Petkovic no lugar de um dos três volantes, para tentar qualificar o passe e a bola alçada, mas já há tempos o sérvio não joga o que jogou na arrancada do campeonato brasileiro. Então Rogério fez algo incompreensível: manteve os três volantes, sacou Vinícius Pacheco e mandou para o campo Kléberson, barrado no jogo de ida e que ainda não havia jogado sequer uma partida razoável em 2010. O incompreensível deu certo. Kléberson ocupou o espaço vazio que havia entre os atacantes e o resto do time. Logo no início do segundo tempo deixou Vágner Love solto para fuzilar Felipe. Feito o placar que bastava, Rogério sequer precisou recompor a contenção, já que os três volantes ainda estavam lá. O Corinthians não pôde sair com a mesma liberdade do primeiro tempo, porque com o Kléberson o Flamengo ganhou o contra-ataque que não tinha. Por muito pouco Vágner Love e o próprio Kléberson não marcaram o segundo gol rubro-negro.
Para coroar uma classificação que chegou a ser improvável, Bruno fez uma defesa fabulosa em falta cobrada por Chicão no final do jogo. O Flamengo segue, o Corinthians não. A Fiel aplaudiu o esforço, lembrando a todos que é só um jogo, que o adversário não é inimigo e que tudo o que se pode exigir é esforço constante. No final, um perde, outro ganha, e todos precisam voltar para as suas casas, porque a vida segue. É a graça do futebol: sempre tem mais pela frente.
O último classificado eliminou o primeiro. Mano Menezes minimizou o fato na entrevista, dando a exata dimensão que os números ignoram: “Não perdemos para um time qualquer, perdemos para o Flamengo, que é um dos maiores times do mundo”. É uma frase que serve para as duas nações. Aos corintianos, lembra que o papel foi digno e que o aplauso, mesmo na tristeza, é um prêmio justo para quem honrou a camisa. Aos rubro-negros, lembra que para seguir adiante na Libertadores é preciso tentar jogar um futebol à altura do Flamengo, como no primeiro jogo e no segundo tempo do Pacaembu. O resto já é história, mais um capítulo da bela história de Flamengo e Corinthians, as maiores paixões populares do país do futebol.
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quarta-feira, 5 de maio de 2010
A sirene tricolor
Assim que Rogério Ceni perdeu o primeiro pênalti do São Paulo na disputa “lotérica” contra o Universitario, no Morumbi, a sirene tocou mais forte no ouvido de dois sãopaulinos em especial. Primeiro o próprio Rogério, que a cada dia é mais contestado pelas suas atuações recentes e declarações para a imprensa. Muitos dizem que o melhor para o experiente goleiro é mesmo a aposentadoria.
O tal som ensurdecedor tocou também – e ainda mais – no ouvido de Ricardo Gomes. Se a classificação para as quartas-de-final fosse para o brejo, o treinador iria de carona, com passaporte carimbado e fama de vilão. Gomes segue tentando achar a melhor formação para o time. Peca em substituições, em improvisos – tão criticados na Era Muricy, e na sua tática em si. A equipe tem qualidade, jogadores habilidos, mas o futebol tem sido burocrático demais.
Até que Rogério Ceni se redimiu e pegou dois pênaltis seguidos – Alva e Galvan – Labarthe bateu muito mal o quarto e a bola foi, vagarosamente, para fora. Enquanto isso Hernanes, Marcelinho Paraíba e Dagoberto converteram e selaram a classificação. A impressão que fica é que se o time peruano fosse um pouquinho mais forte, se tivesse um jogador de mais qualidade, o tricolor estaria em maus lençois.
O São Paulo controlou as duas partidas, o que era esperado, mas o nervosismo dos jogadores atrapalhava na hora de concluir. Nenhum golzinho em uma defesa como aquela. Apesar do Universitario ser presa fácil, o time tricolor quase deixou escapar a classificação pela própria culpa. São coisas que não podem acontecer em uma competição como a Libertadores.
Agora o time aguarda o duelo entre Nacional do Uruguai e Cruzeiro. A tendência é que o time mineiro passe e que tenhamos mais um duelo brasileiro, talvez com menos audiência que o dessa quarta, mas de maior importância, já que será nas quartas. No papel, Adilson Baptista e seus comandados têm vantagem. Em campo, isso pouco importa.
A incômoda sirene tocou por pouco tempo. Pelo menos na intensidade que estava. Rogério Ceni sai como heroi e ganha crédito para fugir das cornetas por um tempo. Já para Ricardo Gomes, o sinal de alerta segue lá, piscando, quase passando para o vermelho. Ainda dá tempo de fazer esse bom time jogar futebol.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Libertadores define os classificados
A fase de grupos da Taça Libertadores da América chegou ao fim nesta quinta-feira e todos os clubes brasileiros conseguiram avançar às oitavas de final. O Flamengo foi o último a garantir seu lugar, já que precisou torcer para outros resultados nos Grupos 1 e 5. Se todos chegaram às oitavas, pelo menos um representante do Brasil não irá às quartas. Afinal, Corinthians e Flamengo farão um dos confrontos da próxima fase da competição com jogos no Maracanã, já na próxima quarta-feira, e no Pacaembu. Em fases irregulares, Adriano e Ronaldo são os destaques deste duelo, que contrapõe o melhor entre os primeiros colocados e o terceiro pior segundo lugar. Deportivo Quito e Racing-URU também ficaram na segunda posição de seus grupos, mas não jogam as oitavas porque a Conmebol resolveu colocar nesta fase os mexicanos San Luis e Guadalajara, que foram eliminados sem jogar em 2009 por causa do surto de gripe suína. O São Paulo, que fez a segunda melhor campanha da fase de grupos, terá o Universitario, do Peru, pela frente, decidindo a classificação no Morumbi. Já o Internacional encara os argentinos do Banfield na próxima fase. O jogo de volta será no Beira-Rio. Por fim, o Cruzeiro recebe o Nacional, do Uruguai, no Mineirão, para depois ir a Montevidéu buscar a classificação. O Tricolor Paulista e o Colorado jogam na quarta, enquanto a Raposa inicia a sua luta na quinta. Os mexicanos terão pela frente dois adversários bem complicados: os argentinos. Enquanto o Guadalajara encara o Vélez Sarsfield, o San Luis ficará frente a frente com o atual campeão Estudiantes. Fechando as oitavas, o Universidad do Chile, que dominou o grupo do Fla, pega o Alianza Lima, do Peru, e o Libertad, do Paraguai, enfrenta o Once Caldas, da Colômbia. CONFRONTOS E PALPITES Corinthians (BRA) x Flamengo (BRA) Vencedor:Flamengo (BRA) Universidad (CHI) x Alianza Lima (PER) Vencedor:Universidad (CHI) Vélez Sarfield (ARG) x Chivas (MEX) Vencedor:Chivas (MEX) Libertad (PAR) x Once Caldas (COL) Vencedor:Once Caldas (COL) São Paulo (BRA) x Universitario (PER) Vencedor:São Paulo (BRA) Nacional (URU) x Cruzeiro (BRA) Vencedor:Cruzeiro (BRA) Estudiantes (ARG) x San Luis (MEX) Vencedor:Estudiantes (ARG) Internacional (BRA) x Banfield (ARG) Vencedor:Internacional (BRA)
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