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segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Coluna do Felipe: A globalização no futebol inglês só atrapalha o English Team
Neste sábado, estava eu de manhã em casa assistindo a mais um rodada do Campeonato Inglês. A partida era West Bromwich x Arsenal no canal pago ESPN Brasil. No iníco do jogo, os narradores e comentaristas ressaltaram um fato importante menos de 50% dos jogadores em campo não eram ingleses. Isto ajuda a entender as constantes más atuações do English Team em suas últimas partidas e na Copa do Mundo deste ano.
O futebol inglês vem passando por uma constante globalização, inclusive nas divisões inferiores. Este fator acontece principalmente pelo fato da constante venda das equipes para milionários e grupos de investidores. Com eles investindo o dinheiro onde eles quiserem. Com isso muitas vezes as equipe vão buscar jogadores de fora da Inglaterra, principalmente pelo excesso de capital.
Com a grande busca de jogadores estrangeiros com certeza a motivação dos jogadores locais cai, com isso também ajuda a cair a sua capacidade, formando jogadores de uma qualidade não muito grande. Com isso a qualidade da seleção nacional de futebol automaticamente cai.
Agora veremos, dia 8, a Inglaterra tem jogo pela Eliminatórias da Euro-2012, veremos como a equipe irá se comportar.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Classificação e prognósticos para a Inglaterra
Pós-Jogo:Eslovênia 0 x 1 Inglaterra
Criticada e desacreditada após dois empates nas primeiras rodadas, a Inglaterra entrou sob pressão nesta quarta-feira no duelo contra a Eslovênia. No entanto, com sua atuação mais segura na Copa do Mundo da FIFA até agora, a equipe derrotou o rival por 1 a 0 e, de quebra, avançou às oitavas de final com a segunda colocação do Grupo C.
Para os eslovenos, porém, a tensão durou um pouco mais. E terminou de maneira decepcionante. Com o gol no final dos Estados Unidos sobre a Argélia na outra partida da chave, o menor país classificado para este Mundial viu a vaga que esteve ao alcance escapar pelos dedos. A classificação final terminou com os norte-americanos em primeiros, seguidos pelos ingleses.
Alheio ao drama do rival desta quarta, a Inglaterra teve motivos de sobra para comemorar. A seleção teve momentos de grande futebol e viu as mudanças de Capello surtirem efeito. Insatisfeito com a campanha até então, ele tirou Emile Heskey e Aaron Lennon e colocou em campo Jermain Defoe e James Milner, que foram os protagonistas ao fazerem a jogada do gol, ainda no primeiro tempo.
Depois do sofrimento, a Inglaterra pode se apoiar na campanha de 1990 para sonhar com mais avanços na África do Sul. No Mundial italiano, a equipe também começou empatando dois e vencendo apenas na terceira rodada antes de chegar à semifinal.
Apesar de ter a situação mais cômoda ao início da rodada, a Eslovênia tomou a iniciativa e controlou melhor a posse de bola nos primeiros minutos. A Inglaterra encontrava dificuldades para atacar, mas foi aos poucos se soltando. E foi em uma jogada com dois jogadores que entraram como titulares nesta quarta-feira que saiu o primeiro gol: pela direita, Milner cruzou, Defoe se anteicpou à zaga e venceu Handanovic.
Com o placar favorável, os ingleses quase repetiram a dose minutos depois, em jogada semelhante à do gol. No entanto, a grande chance veio aos 30 minutos. No primeiro lance, Defoe tentou o chute, mas parou em Handanovic. Na sobra, Gerrard tocou para Rooney, que devolveu quase na marca do pênalti. Com o gol aberto, o meia do Liverpool tentou um toque sutil, mas o goleiro voltou a salvar os eslovenos em dois tempos.
Antes do término do primeiro, a Eslovênia voltou a aparecer na área inglesa em um cruzamento da intermediária de Walter Birsa, que David James cortou com ousadia. Com o apito do árbitro e o empate parcial entre Estados Unidos e Argélia, tanto Inglaterra como Eslovênia foram para o vestiário classificados.
Na volta, o English Team teve incrível chance de aumentar logo aos 30 segundos, novamente com Defoe. Sozinho na marca do pênalti, ele tentou o desvio de bola que veio rebatida de fora da área e por pouco não aumentou. Alvo de críticas nos últimos jogos, o ataque funcionava bem e entrava com facilidade pela defesa, principalmente com Wayne Rooney.
Em bom dia, o atacante do Manchester United fez tabelas rápidas com Steven Gerrard e Ashley Cole e ia chegando perto do gol. Em uma delas, recebeu sozinho dentro da área, virou com rapidez e acertou a trave. Quando a hora foi de defender, os zagueiros também apareceram. No lance de maior perigo da Eslovênia, Milivoje Novakovic, Zlatko Dedic e Valter Birsa chutaram dentro da área, mas foram bloqueados por Upson e Johnson de forma guerreira.
Até então classificada, a Eslovênia foi para cima. Com bolas alçadas, passou a rondar a área inglesa e obrigou Capello a tirar Rooney e Defoe para tentar segurar o ímpeto rival. A pressão chegou a ser intensa e deixou o cenário dramático: um gol classificaria o país do Leste Europeu e eliminaria os ingleses.
No entanto, a garra e o bloco defensivo liderado por John Terry salvou a equipe de maneira brilhante. Restou apenas esperar o apito final para soltar o grito e, enfim, desabafar. Já os elovenos aguardaram e receberam de Pretória a notícia que não queriam ouvir.
Eslovênia 1-Samir Handanovic, 2-Miso Brecko, 4-Marko Suler, 5-Bostjan Cesar e 13-Bojan Jokic; 17-Andraz Kirm (23-Tim Matavz aos 33’/2T), 18-Aleksandar Radosavljevic, 8-Robert Koren e 10-Valter Birsa; 9-Zlatan Ljubijankic (14-Zlatko Dedic aos 17’/2T) e 11-Milivoje Novakovic. Técnico: Matjaz Kek.
Inglaterra 1-David James, 2-Glen Johnson, 15-Mathew Upson, 6-John Terry e 3-Ashley Cole; 16-James Milner, 8-Frank Lampard, 14-Gareth Barry e 4-Steven Gerrard; 10-Wayne Rooney (11-Joe Cole aos 26’/2T) e 19-Jermain Defoe (21-Emile Heskey aos 40’/2T). Técnico: Fabio Capello.
NOTAS
ESLOVÊNIA Samir Handanovic: 6 – Não foi bem no gol, mas depois fez uma série de boas defesas ao longo de toda partida. Miso Brecko: 5 – Marcou bem Glen Johnson, mas não apareceu no ataque. Marko Suler: 5 – Teve uma boa partida, sem se destacar muito. Bostjan Cesar: 5,5 – Foi o melhor da defesa, ganhando várias bolas. Bojan Jokic: 4,5 – James Milner fez a festa pelo seu setor. Andraz Kirm: 5 – Fez um jogo tranqüilo no meio, sem comprometer. Tim Matavz: 5 – Entrou para melhorar o ataque, mas não fez nada demais. Aleksandar Radosavljevic: 5 – Foi bem na marcação, fez um jogo normal. Robert Koren: 5 – Podia ter aparecido mais, se contentou em passar de lado. Valter Birsa: 6 – Chamou bastante o jogo, tentou várias jogadas. Foi o melhor do meio. Zlatan Ljubijankic: 4 – Não conseguiu aparecer no jogo. Quando teve a única chance clara, demorou para chutar. Zlatko Dedic: 5,5 – Se esforçou bastante quando entrou no segundo tempo. Deu mais movimentação ao ataque. Milivoje Novakovic: 5,5 – Teve algumas oportunidades, apareceu bastante.
INGLATERRA David James: 5 – Foi pouco exigido e não comprometeu. Glen Johnson: 4,5 – Teve muito espaço para atacar, mas não conseguiu criar boas jogadas, e ainda perdeu muitas bolas. Mathew Upson: 6 – Seguro, não falhou em lance algum. John Terry: 6,5 – Muito eficiente, não errou e ainda evitou um gol da Eslovênia. Ashley Cole: 5 – Muito discreto no ataque e normal na defesa. James Milner: 6,5 – Começou errando um pouco, mas depois cresceu no jogo e foi a principal saída de bola da Inglaterra. Frank Lampard: 5 – Não fez um jogo ruim, mas sempre espera-se muito mais do meia do Chelsea. Gareth Barry: 5 – Errou alguns passes, mas foi bem nos desarmes. Steven Gerrard: 6,5 – Chama o jogo para si. É o grande nome do English Team na Copa. Wayne Rooney: 5,5 – O atacante se esforçou muito, correu o tempo todo, mandou uma bola na trave, mas ainda está mal tecnicamente. Joe Cole: 5 – Correu bastante, mas não fez nada de relevante. Jermain Defoe: 6 – Marcou o gol da vitória inglesa e foi um constante perigo para a defesa eslovena. Emile Heskey: Sem nota – Entrou aos 40 minutos do segundo tempo.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Pré-Jogo:Eslovênia vs Inglaterra
Depois de duas atuações decepcionantes, a Inglaterra de Fabio Capello tem a derradeira oportunidade para decidir se avança na Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010 ou pega o avião de volta para casa na quinta-feira. A Eslovênia se encontra em uma posição bem mais confortável, sabendo que a vitória ou o empate será suficiente para classificá-la às oitavas de final pela primeira vez em uma grande competição.
O jogo Eslovênia x Inglaterra, Grupo C, Port Elizabeth, quarta-feira, 23 de junho, 16h (11h de Brasília)
Ninguém esperava que a Eslovênia fosse causar problemas, mas a seleção chegou quietinha, foi comendo pelas beiradas e agora está perto de fazer história para o país. A Inglaterra, por sua vez, está tentando evitar que a história se repita, mais especificamente o ano de 1958, quando foi eliminada ainda fase de grupos da Copa do Mundo da FIFA pela última vez.
Na sua segunda participação na principal competição do futebol mundial, os eslovenos ganharam novos admiradores com uma competente vitória sobre a Argélia na estreia. No jogo seguinte, tiveram uma grande chance de conquistarem mais três pontos ao abrirem 2 a 0 nos Estados Unidos, mas não resistiram à reação americana e cederam o empate.
Já Rooney e Cia. deram uma ótima primeira impressão com um gol logo no início da partida contra os EUA, mas acabaram vendo dois pontos escaparem das mãos do goleiro Robert Green no despretensioso chute de Clint Dempsey de fora da área. Parecia que a redenção viria diante da Argélia, mas o que se viu foi um empate sem gols e um futebol sem brilho. Agora, a Inglaterra precisa ganhar para se classificar. Se empatar, ainda pode conquistar a vaga, caso o duelo entre americanos e africanos também termine sem vencedor, com o saldo de gols decidindo quem fica com a segunda posição.
O duelo Milivoje Novakovic x John Terry
Artilheiro da Eslovênia nas eliminatórias, Milivoje Novakovic ainda não deixou a sua marca na África do Sul 2010 e, com apenas um chute em dois jogos, estará mais do que ansioso para balançar as redes na terceira oportunidade. Para isso, o atacante terá que passar por John Terry, que jogará ao lado do terceiro parceiro de zaga diferente no torneio, já que Ledley King se contundiu e Jamie Carragher está suspenso. Esse é apenas um dos problemas com os quais Terry terá que lidar. O outro é a polêmica em que se viu envolvido após o empate com a Argélia e o comentário de que pretendia abrir uma discussão em equipe com Fabio Capello sobre o que a seleção estaria fazendo de errado. No final da história, o técnico italiano reafirmou a autoridade sobre seu ex-capitão, que se viu obrigado a se desculpar diante do comandante e do grupo.
O número 1 — É o número de vezes que a Inglaterra foi derrotada na última rodada da fase de grupos. Em 1950, os ingleses perderam da Espanha por 1 a 0.
O que eles disseram "Os jogadores precisam se ajudar e ter autoconfiança, raça e determinação. Caso isso aconteça, tenho certeza de que veremos mais um grande espetáculo, um espetáculo que deixará marcado o nome da Eslovênia e dos jogadores no mundo todo." Matjaz Kek, técnico da Eslovênia
"Não entendo por que não conseguimos mudar o ritmo ou a velocidade durante os jogos. Somos muito lentos. Nesta Copa do Mundo, se você não corre, pressiona e luta, fica difícil avançar." Fabio Capello, técnico da Inglaterra
Palpite:Eslovênia 0 x 1 Inglaterra
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Pré-Jogo:Inglaterra vs Argélia
A Inglaterra tentará na sexta-feira, às 15h30, no estádio Green Point, sua primeira vitória na Copa do Mundo da África do Sul. E o English Team vai enfrentar o adversário ideal para conseguir o feito: a Argélia.
Depois de empatar com os Estados Unidos na rodada inicial do grupo C, os ingleses passaram a ter uma preocupação extra: o saldo de gols. Caso vençam seus dois próximos confrontos e os Estados Unidos façam o mesmo, a primeira colocação será definida nesse critério.
Até por isso, o time de Fabio Capello tentará na Cidade do Cabo conquistar uma vitória ampla. A volta de Gareth Barry ao time é o grande trunfo da Inglaterra. O meio-campista volta após perder a estreia no Mundial por conta de uma lesão. Sua presença pode garantir maior destaque para Steven Gerrard e Frank Lampard, que esteve muito sumido no jogo diante dos estadunidenses.
Outra alteração no English Team deve ser a entrada de Jamie Carragher no lugar de Ledley King. O zagueiro sofreu um problema na virilha no primeiro jogo e pode desfalcar a equipe em toda a competição. O goleiro Robert Green, que falhou feio na estreia, deve continuar como titular.
A Argélia, que perdeu da Eslovênia na estreia por 1 a 0, tem a dificílima missão de vencer a Inglaterra para continuar com esperança de classificação. Mas um empate já deixaria as Raposas do Deserto orgulhosas.
O goleiro Fawzi Chaouchi, que também tomou um frango no primeiro jogo do Mundial, continua na equipe e tem total confiança do técnico Rabah Saadane. O atacante Abderlkader, expulso contra a Eslovênia, desfalca o time.
Eslovênia e Estados Unidos fazem a abertura da segunda rodada do grupo C também na sexta-feira, às 11 horas. Jogo vital para as pretensões inglesas.
Palpite:Inglaterra 3 x 0 Argélia
Ficha técnica
Inglaterra x Argélia
Local: Estádio Green Point, na Cidade do Cabo Data: 18/06, sexta-feira Horário: 15h30 Árbitro: Ravshan Irmatov (UZB)
Inglaterra 12-Robert Green, 2-Glen Johnson, 6-John Terry, 18-Jamie Carragher e 3-Ashley Cole; 14-Gareth Barry, 8-Frank Lampard, 4-Steven Gerrard e 7-Aaron Lennon; 10-Wayne Rooney e 21–Emile Heskey. Técnico: Fabio Capello.
Argélia 1-Fawzi Chaouchi, 2-Madjid Bougherra, 5-Rafik Halliche, 4-Anthar Yahia, 3-Nadir Belhadj; 13-Karim Matmour, 8-Mehdi Lacen, 15-Karim Ziani, 21-Foued Kadir, 19-Hassan Yebda; 11-Rafik Djebbour. Técnico: Rabah Saadane.
sábado, 12 de junho de 2010
Pós-Jogo:Inglaterra 1 x 1 Estados Unidos
O começo com gol rápido fez a Inglaterra sonhar com uma vitória fácil, em sua estreia na Copa do Mundo. Entretanto, uma falha incrível do goleiro Green deu o empate aos Estados Unidos, e deixou a primeira partida do grupo C, neste sábado, em Rustenburg, com um empate por 1 a 1 como resultado final. Começando no ataque, demorou pouquíssimo para a Inglaterra conseguir a recompensa e abrir o placar. Aos quatro minutos, após cobrança de lateral, a bola ficou com Emile Heskey. E o atacante, de primeira, tocou para Steven Gerrard, que superou a marcação, entrou livre na área e tocou na saída de Tim Howard, marcando 1 a 0 e fazendo aquele que, até agora, foi o gol mais rápido da Copa.
Logo depois, o English Team procurou manter o ritmo: aos nove minutos, Frank Lampard cobrou falta, com chute cruzado. E a bola foi para fora, passando à esquerda de Howard. No instante seguinte, após cruzamento na área, foi a vez dos norte-americanos chegarem: Clint Dempsey subiu para cabecear, mas a bola foi direto para as mãos do goleiro Robert Green.
O primeiro lance de perigo real dos Estados Unidos, todavia, viria somente aos 18 minutos: pela direita, Landon Donovan recebeu passe de Michael Bradley e cruzou para a área. E Josmer Altidore tentou completar de cabeça para as redes, mas a bola saiu para fora.
No lance seguinte, os ingleses responderam com igual perigo. Wayne Rooney fez bom passe para Aaron Lennon, que entrou pela direita da grande área e cruzou rasteiro, mas Steve Cherundolo conseguiu cortar, na pequena área. Na sobra, Lampard arriscou de puxeta, mas Howard defendeu a bola.
Aos poucos, os Estados Unidos começaram a chegar. Aos 26, o primeiro cartão amarelo do jogo surgiu, quando James Milner cometeu falta sobre Oguchi Onyewu. Na sequência, a falta foi cobrada para a área, mas Onyewu cabeceou para fora. E, aos 32, Altidore recebeu bola pelo meio, e mandou chute rasteiro para o gol. Porém, Green agarrou facilmente.
Mas seria numa infelicidade completa do goleiro britânico que os Estados Unidos alcançaram o empate, aos 40 minutos. Clint Dempsey recebeu a bola, de média distância, e bateu fraco. Porém, Green se abaixou mal para pegá-la, e a bola escorregou levemente, indo lentamente para as redes e empatando o jogo.
Restou ao time de Fabio Capello pressionar em busca do empate. A primeira chance surgiu imediatamente após o gol sofrido: aos 41 minutos, a Inglaterra foi rapidamente para o ataque, após o gol de empate. A bola sobrou com Glen Johnson, pela direita, e o lateral bateu para a defesa de Howard.
E o segundo tempo começou com pressão dos ingleses. Aos três minutos, Aaron Lennon fez jogada individual, cruzou, e a bola passou com perigo na frente do gol. Aos cinco, Rooney chegou livre à área, driblou Carlos Bocanegra e completou. Bocanegra recuperou-se e tirou em cima da linha, mas o impedimento já havia sido marcado.
Porém, grande chance surgiu foi aos sete minutos. Heskey chegou livre à área, mas bateu em cima do goleiro, e Howard agarrou. Os Estados Unidos se livrariam da pressão aos poucos, e chegariam aos 16: Donovan cobrou falta, e Bocanegra desviou para fora.
A Inglaterra voltaria a chegar ao ataque aos 17, quando Lampard bateu forte de média distância, exigindo de Howard boa defesa, espalmando para escanteio. Na cobrança do córner, a bola sobrou com Glen Johnson, na segunda trave, mas o jogador bateu para fora.
No entanto, a maior oportunidade de gol surgida no primeiro tempo saiu pelos pés de um americano. Aos 20 minutos, Altidore chegou à grande área pela esquerda, e mandou o chute. Green conseguiu a defesa, e a bola ainda bateu na trave.
Todavia, a Inglaterra retomou o controle do jogo em sua parte final. Aos 29 minutos, Rooney recebeu lateral de Lampard e avançou um pouco antes de bater forte. A bola saiu à esquerda de Howard, trazendo perigo.
O ataque inglês, então, foi fortalecido com a entrada de Peter Crouch. No entanto, nada mais aconteceu no jogo. E a partida em Rustenburg terminou com empate.
Ficha técnica
Inglaterra 1x1 Estados Unidos
Local: Estádio Royal Bafokeng, em Rustenburg Data: 12/06, sábado Árbitro: Carlos Eugênio Simon (BRA) Público: 38.646 pessoas Gols: Steven Gerrard aos 4'/1T (Inglaterra); Clint Dempsey aos 40'/1T (Estados Unidos) Cartões amarelos: James Milner, Steven Gerrard e Jamie Carragher (Inglaterra); Steve Cherundolo, Jay DeMerit e Robbie Findley (Estados Unidos)
Inglaterra 12-Robert Green; 2-Glen Johnson, 6-John Terry, 20-Ledley King (18-Jamie Carragher no intervalo) e 3-Ashley Cole; 8-Frank Lampard, 4-Steven Gerrard, 7-Aaron Lennon e 16-James Milner (17-Shaun Wright-Philips aos 31'/1º); 10-Wayne Rooney e 21–Emile Heskey (9-Peter Crouch aos 33'/2º). Técnico: Fabio Capello.
Estados Unidos 1-Tim Howard; 6-Steve Cherundolo, 15-Jay DeMerit, 5-Oguchi Onyewu, 3-Carlos Bocanegra; 4-Michael Bradley, 13-Ricardo Clark, 8-Clint Dempsey e 10-Landon Donovan; 17-Jozy Altidore (11-Stuart Holden aos 40'/2º)e 20-Robbie Findley (14-Edson Buddle aos 31'2º). Técnico: Bob Bradley.
NOTAS
INGLATERRA
Robert Green: 3 - O frango clamoroso no gol norte-americano foi injustificável Glen Johnson: 5,5 - Avançou bem e até experimentou alguns chutes no ataque John Terry: 5 - Fez sua tarefa com discrição Ledley King: 5 - Cumpriu seu papel, não comprometendo na defesa. Jamie Carragher: 4,5 - Teve atuação normal, mas foi um pouco violento. Ashley Cole: 5 - Mais discreto do que o colega da direita. Frank Lampard: 4 - Apagado. Estreia totalmente decepcionante. Steven Gerrard: 6 - Foi a estrela inglesa que mais auxiliou o time. Aaron Lennon: 5 - Ajudou bastante no meio. Depois ficou discreto. James Milner: 4 - Exagerou na imprudência, tomou um amarelo rapidamente e saiu cedo. Shaun Wright-Philips: 5 - Apareceu mais nas jogadas inglesas. Wayne Rooney: 4 - Também não foi o que dele se espera. Emile Heskey: 5,5 - Perdeu grande chance, mas deu o passe para o gol e foi ativo. Peter Crouch: 4,5 - Não conseguiu fazer grande coisa.
ESTADOS UNIDOS
Tim Howard: 6 - Fez algumas boas defesas e manteve a segurança. Steve Cherundolo: 5,5 - Marcou bem as avançadas inglesas pela direita. Jay DeMerit: 5 - Manteve a situação calma na defesa norte-americana. Oguchi Onyewu: 5,5 - Colaborou na defesa e ainda subiu ao ataque. Carlos Bocanegra: 5 - Cumpriu sua tarefa de modo simples. Michael Bradley: 5 - Mais um a ajudar a fechar espaços em campo. Ricardo Clark: 4,5 - Apareceu menos do que Bradley. Clint Dempsey: 5,5 - Era até discreto, mas o gol ajudou-o a subir de produção. Landon Donovan: 6 - É o comandante do time. O toque de criatividade na equipe. Josmer Altidore: 5,5 - Foi tão ativo quanto Donovan e teve grande chance de marcar. Stuart Holden: 5 - Manteve a postura defensiva com sucesso. Robert Findley: 4,5 - Ficou totalmente sumido em campo. Edson Buddle: 4,5 - Também não conseguiu ser parceiro útil para Altidore.
