Blog criado pro Felipe Ferreira,onde ele expõe sua informação sobre tudo que acontece no mundo futebolistíco Twitter:http://twitter.com/felipepf13 Email:felipepf97@gmail.com
sábado, 31 de julho de 2010
A Prancheta: Seleção Brasileira
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Os Manos de Mano
![]() | |
| Créditos: Reprodução/Globo Esporte |
O técnico Mano Menezes anunciou na tarde desta segunda-feira os 24 convocados para o seu primeiro compromisso pela seleção brasileira, no amistoso do dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos, em Nova Jersey (EUA). Seguindo o planejamento de renovação da equipe imposto pela CBF, o novo comandante surpreendeu com uma lista cheia de novidades, com apenas quatro jogadores que estiveram no grupo de Dunga na Copa do Mundo na África do Sul.
Mano optou por chamar 24 jogadores porque será obrigado a cortar um deles no futuro: Hernanes, do São Paulo, ou Sandro, do Inter. Os dois se enfrentam pela semifinal da Libertadores, sendo que o time vencedor do confronto fará a final da competição continental no dia 11 de agosto, impedindo sua participação no amistoso da seleção.
Cumprindo a ordem de renovação, Mano chamou apenas quatro jogadores que estiveram na Copa: o lateral Daniel Alves, o zagueiro Thiago Silva, o meia Ramires e o atacante Robinho. Entre os outros 20 convocados, estão 10 novatos na seleção: Renan, Jefferson, Rafael, David Luiz, Réver, Jucilei, Paulo Henrique Ganso, Ederson, André e Neymar.
Mesmo com pouco tempo para montar a lista - contratado pela CBF na noite da última sexta-feira, após recusa de Muricy Ramalho, ele ainda trabalhou no comando do Corinthians no sábado e no domingo -, Mano atendeu aos apelos dos torcedores e da imprensa, convocando os jovens astros do Santos. Assim, o meia Paulo Henrique Ganso e os atacantes Neymar e André foram finalmente chamados para ter a primeira oportunidade na seleção.
Segundo o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, Mano terá quatro anos para montar uma equipe totalmente reformulada em relação àquela que disputou a Copa na África do Sul sob o comando de Dunga. A ordem do dirigente é fazer uma seleção que tenha a "cara do futebol brasileiro" e que possa suportar a pressão de jogar em casa no Mundial de 2014.
Confira a lista de convocados:
Goleiros
Renan (Avaí)
Jefferson (Botafogo)
Victor (Grêmio)
Laterais
Daniel Alves (Barcelona)
Rafael (Manchester United)
André Santos (Fenerbahçe)
Marcelo (Real Madrid)
Zagueiros
David Luiz (Benfica)
Henrique (Racing Santander)
Réver (Atlético-MG)
Thiago Silva (Milan)
Meio-campistas
Lucas (Liverpool)
Sandro (Inter)
Jucilei (Corinthians)
Hernanes (São Paulo)
Carlos Eduardo (Hoffenheim)
Ederson (Lyon)
Ramires (Benfica)
Paulo Henrique Ganso (Santos)
Atacantes
Alexandre Pato (Milan)
André (Santos)
Neymar (Santos)
Robinho (Santos)
Diego Tardelli (Atlético-MG)
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Os Candidatos: Vanderlei Luxemburgo
- Títulos:
Rio Branco
- Campeonato Capixaba: 1983
Bragantino
- Campeonato Brasileiro Série B: 1989
- Campeonato Paulista: 1990
Flamengo
- Campeonato Carioca: 1991
Palmeiras
- Campeonato Brasileiro: 1993 e 1994
- Torneio Rio-São Paulo: 1993
- Campeonato Paulista: 1993, 1994, 1996, 2008
Santos
- Campeonato Brasileiro: 2004
- Torneio Rio-São Paulo: 1997
- Campeonato Paulista: 2006 e 2007
Corinthians
- Campeonato Brasileiro: 1998
- Campeonato Paulista: 2001
- Campeonato Capixaba: 1983
-
Seleção Brasileira
- Copa América: 1999
- Torneio Pré-Olímpico: 2000
Cruzeiro
- Campeonato Brasileiro: 2003
- Copa do Brasil: 2003
- Campeonato Mineiro: 2003
Atlético-MG
- Campeonato Mineiro: 2010
- Copa América: 1999
O início como treinador ocorreu no Campo Grande, do Rio de Janeiro, em 1983. No mesmo ano, seguiu para o Rio Branco, do Espírito Santo, onde conquistou o título do Campeonato Capixaba. Depois de passagens por outros clubes brasileiros e do futebol árabe, foi no Bragantino que conseguiu seu primeiro grande feito, conquistando dois títulos: do Campeonato Brasileiro Série B, no ano de 1989, e do Campeonato Paulista, no ano de 1990.
Sua primeira conquista em um grande clube como técnico aconteceu em 1993, quando foi campeão do Campeonato Paulista pelo Palmeiras. O título, alcançado com uma vitória por 4 a 0 sobre o maior rival da equipe alviverde, o Corinthians, foi um dos mais importantes da história do clube, pois interrompeu um jejum de 16 anos sem títulos. No mesmo ano, Luxemburgo levaria o Palmeiras aos títulos do Torneio Rio-São Paulo e do Campeonato Brasileiro. Em 1994, foi bicampeão paulista e brasileiro.
Depois de breves passagens pelo Flamengo e pelo Paraná em 1995, retornou em 1996 ao Palmeiras, onde conquistou mais um título do Campeonato Paulista, este marcado pela maior campanha de uma equipe no Estado na era profissional, com um ataque arrasador de mais de 100 gols marcados. Em 1997, já pelo Santos conquistou o Torneio Rio-São Paulo.
No ano seguinte, foi contratado pelo Corinthians, onde obteve o título do Campeonato Brasileiro. No mesmo ano, foi convidado para ser o técnico da Seleção Brasileira, onde conquistou a Copa América de 1999.
Apesar de passagens vitoriosas nos times com grandes jogadores montados, teve problemas no período que treinou a seleção, sofrendo ao ser flagrado utilizando documentação falsa e com um processo de sonegação fiscal. Por esta razão, mudou seu nome de Wanderley (artístico) para Vanderlei (original). Sua saída do selecionado brasileiro, ficou marcada pela eliminação da equipe nas Olimpíadas de 2000, quando o Brasil foi derrotado pela seleção de Camarões.
Em 2001, de volta ao Corinthians, levou a equipe alvinegra a mais um título do Campeonato Paulista. Em 2002, teve uma passagem rápida e conturbada pelo Palmeiras, sendo responsabilizado por parte da torcida pela queda da equipe para a segunda divisão do futebol brasileiro, em virtude da dispensa de alguns jogadores de posições importantes logo no início do Campeonato Brasileiro, pouco antes de sua saída do clube para o Cruzeiro.
Em 2003, no comando da equipe mineira, conseguiu um fato inédito ao conquistar a tríplice coroa vencendo o Campeonato Mineiro a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro. No ano seguinte, de volta ao Santos, obteve mais um título de campeão do Campeonato Brasileiro.
Em 2005, deixou a equipe do Santos para atuar como treinador do Real Madrid, da Espanha, com os melhores jogadores do mundo, resultando em uma malograda passagem, tendo sido demitido no dia 4 de dezembro de 2005. Dez dias depois, é anunciado o retorno de Luxemburgo à equipe santista, onde conquistou nos dois anos seguintes o título do Campeonato Paulista.
Em 2007, levou a equipe às semifinais da Copa Libertadores da América, mas foi eliminado pelo Grêmio. A falta de uma conquista de torneio internacional interclubes é justamente uma das maiores frustrações do técnico.
Em 2008, voltou ao Palmeiras, onde conquistou mais um título do Campeonato Paulista. A equipe alviverde não vencia um campeonato desde 2000 e não conquistava o torneio estadual desde 1996. Em 2009, depois de ser eliminado mais uma vez da Copa Libertadores da América, desta vez nas quartas-de-final, as críticas da torcida palmeirense aumentaram em relação a Luxemburgo, que era questionado por suas interferências na equipe fora do campo, com a indicação de jogadores que não agradaram os torcedores.
No dia 26 de junho de 2009, no seu Twitter e no seu blog, Vanderlei anunciou que foi demitido pelo Palmeiras. O texto no Twitter dizia "Não sou mais técnico do Palmeiras. Fui demitido por discordar das atitudes do Keirrison”. A decisão da saída do treinador ocorreu após uma longa reunião no dia anterior. Segundo o clube, o motivo foi a quebra de hierarquia do treinador, ao falar sobre a transferência de Keirrison para o Barcelona. Gilberto Cipullo relatou que a decisão "não teve nada a ver com a eliminação na Libertadores.
No dia 17 de Julho de 2009 acertou seu retorno ao Santos. Com um resultado fraco no Campeonato Brasileiro (a pior que teve no comando da equipe da Vila Belmiro), conseguindo apenas a décima segunda colocação, deixou o time em dezembro de 2009.
No dia 8 de dezembro de 2009, Luxemburgo acertou sua ida para o Atlético Mineiro. O treinador fechou um contrato de dois anos com o clube e rejeitou propostas do CSKA Moscou e do Internacional.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Os Candidatos: Ricardo Gomes
RAIO-X
Nome Completo: Ricardo Gomes Raymundo
Data de Nascimento: 13 de dezembro de 1964 (45 anos)
Local de Nascimento: Rio de Janeiro-RJ
Clube Atual: São Paulo
Títulos: Copa da Liga Francesa (Paris Saint-Germain, 1998 e Bordeaux, 2007), Copa da França (Paris Saint-Germain, 1998) e Copa do Nordeste (Vitória, 1999)
HISTÓRIA COMO TREINADOR
Como treinador, destacou-se no Paris Saint-Germain, Vitória, Juventude, Fluminense e levou o Bordeaux ao vice-campeonato francês da temporada 2005/2006.
Em 20 de junho de 2009, foi anunciado como novo técnico do São Paulo. O time paulista estava sem treinador depois da saída de Muricy Ramalho, no dia anterior. A negociação foi anunciada pelo presidente do clube, Juvenal Juvêncio, após concretizá-la. Isso significou a volta de Gomes a um time do Brasil, já que seu último trabalho no país havia sido em 2004, no Flamengo.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Os Candidatos: Leonardo
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Os Candidatos: Mano Menezes
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Júlio, choramos com você!
Fica pra 2014...
Hoje tivemos jogo da nossa querida seleção brasileira, todos nós esperávamos uma boa vitória de nossa seleção, mas infelizmente isto não aconteceu. Perdemos.Mas perdemos de uma forma chata, vendo até um grande jogador brasileiro e mundial desmerecer os guerreiros deste time . Bem,mas vamos falar sobre o jogo.
Entre uma fase de grupos em que se classificou com uma rodada de antecedência e uma partida de oitavas de final que decidiu cedo, diante do Chile, a Seleção Brasileira ainda não havia passado por momentos de pressão na África do Sul. Não até as quartas de final diante da Holanda. Ou, mais especificamente, até o segundo tempo. E, quando enfrentou a situação adversa, o Brasil o fez por uma única e derradeira vez.
Depois de jogar um primeiro tempo que provavelmente está entre seus melhores 45 minutos de futebol na Copa do Mundo e em que abriu vantagem de um gol com Robinho – e que poderia ter sido até mais -, a equipe brasileira sucumbiu. Não foi com a velocidade de seu ataque, mas sim pelo alto, que os holandeses viraram o jogo em Port Elizabeth. Felipe Melo marcou um gol contra aos sete minutos do segundo tempo e Wesley Sneijder, de cabeça, decretou o 2 a 1 que eliminou o time de Dunga na mesma fase em que o pais caíra na Alemanha em 2006.
Mas por que nossa seleção perdeu ? Não é por causa de Dunga, Felipe Melo, Júlio César. Não é por causa da Jabulani ou por causa da vuvuzelas. A culpa é da seleção holandesa, que não abateu-se ao levar o primeiro gol e aproveitou o abatimento brasileiro depois de tomar o gol de empate.
É... Infelizmente perdemos perdemos, mas ainda somos o país do futebol, e 2014 a copa é nossa e vamos chorar, sim mas de felicidade. Parabéns! A todos os jogadores e pela comissão técnica,vocês são todos guerreiros !
NOTAS
HOLANDA
Maarten Stekelenburg: 6 – Partida segura, sem erros e ainda fez grandes defesas no jogo inteiro. Gregory van der Wiel: 4,5 – Pelo seu lado não conseguiu marcar Robinho e Michel Bastos e ainda levou um amarelo que o deixa fora da semifinal. John Heitinga: 5,5 – Tranquilo, teve uma atuação razoável e ganhou a maioria das bolas pelo alto. Andre Ooijer: 5,5 – Foi escalado no aquecimento e fez um bom jogo – com exceção de uma pixotada mal aproveitada por Kaká. Giovanni van Bronckhorst: 5 – Ocupou bem seu lado do campo e fez uma partida normal. Nigel de Jong: 6 – Melhor marcador da Holanda no meio campo. Levou o amarelo e está fora da semifinal. Mark van Bommel: 5 – Perdeu muitas bolas no meio e estava bem nervoso no começo da partida. Wesley Sneijder: 8 – Foi o nome do jogo. Apesar de um primeiro tempo apagado, no segundo brilhou: cruzou a bola no lance do primeiro gol e marcou de cabeça o segundo. Arjen Robben: 7 – Foi caçado pelos brasileiros em campo, mas não fugiu da partida em momento algum. Participou da jogada no primeiro gol e cobrou o escanteio no gol de Sneijder. Dirk Kuyt: 6 – Boa atuação. Deu trabalho aos zagueiros brasileiros e criou algumas boas chances. Robin van Persie: 5,5 – Quis bater todas as faltas, e mandou todas para fora. Fez um jogo apenas razoável. Klaas-Jan Huntelaar: Sem nota – Entrou aos 39 minutos do segundo tempo.
BRASIL
Júlio César: 4,5 – Fez seu pior jogo na Copa. Falhou feio no lance do primeiro gol holandês, que abriu o caminho para a virada. Maicon: 5 – Na defesa, mais uma vez, foi eficiente, mas no ataque não teve a mesma atuação das outras partidas. Lúcio: 5 – Voltou a ser estabanado em algumas jogadas, mas no geral não teve uma atuação ruim. Juan: 6 – Foi muito bem nos desarmes e mostrou a técnica de sempre em diversas jogadas. Michel Bastos: 5,5 – Fez um bom jogo. Marcou com segurança e teve boas aparições no ataque. Foi substituído no segundo tempo porque já tinha um cartão amarelo. Gilberto: 5 – Entrou para compor o lado esquerdo. Não atacou e também não fez nada demais na defesa. Gilberto Silva: 5,5 – Foi forte na marcação e errou poucos passes. Felipe Melo: 3 – Fez um ótimo primeiro tempo e deu a assistência para o gol de Robinho. No segundo tempo, porém, voltou a ser o jogador medíocre de sempre. No gol contra, a falha maior foi de Júlio César, mas depois foi expulso de maneira lamentável. Daniel Alves: 5 – Se apresentou muito, chamou o jogo, mas não aproveitou as chances criadas. Kaká: 5,5 – O meia brasileiro até que apareceu bastante e deu bons chutes, só que dele sempre se espera muito mais. Robinho: 5,5 – Marcou o gol brasileiro, mas no segundo tempo não apareceu para jogar. Luís Fabiano: 4,5 – Ficou apagado em toda partida, preso entre os zagueiros holandeses. Nilmar: 5 – Entrou no lugar de Luís Fabiano, mas não acrescentou qualquer coisa à partida.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Um Papo Especial
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Holanda não é bicho de sete-cabeças
Notas:Brasil 3 x 0 Chile
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Brasil sentiu falta de Elano
Notas:Portugal 0 x 0 Brasil
domingo, 20 de junho de 2010
Pós-Jogo:Brasil 3 x 1 Costa do Marfim
Brasil 3x1 Costa do Marfim
Local: Estádio Soccer City, Joanesburgo Data: 20/06, domingo Árbitro: Stéphane Lannoy (FRA) Público: 84.455 Gols: Luís Fabiano aos 24’/1T e aos 5’/2T e Elano aos 17’/2T (Brasil); Didier Drogba aos 33’/2T (Costa do Marfim) Cartões amarelos: Kaká (Brasil); Siaka Tiené, Kader Keita e Cheick Tioté (Costa do Marfim) Cartão vermelho: Kaká (Brasil)
Brasil 1-Julio Cesar, 2-Maicon, 3-Lúcio, 4-Juan e 6-Michel Bastos; 8-Gilberto Silva, 5-Felipe Melo, 7-Elano (13-Daniel Alves aos 21’/2T) e 10-Kaká; 7-Robinho (18-Ramires aos 47’/2T) e 9-Luís Fabiano. Técnico: Dunga.
Costa do Marfim 1-Boubacar Barry, 20-Guy Demel, 4-Kolo Touré, 5-Didier Zokora e 17-Siaka Tiéné; 21-Emmanuel Eboué (13-Romaric aos 26’/2T), 19-Yaya Touré e 9-Cheick Tioté; 15-Aruna Dindane (10-Gervinho aos 8’/2T), 11-Didier Drogba e 8-Salomon Kalou (18-Kader Keita aos 22’/2T). Técnico: Sven-Goran Eriksson.
NOTAS
BRASIL Júlio César: 5,5 – Quando exigido apareceu. Mais uma vez teve uma atuação segura, sem comprometer. Ainda lançou a bola no lance do primeiro gol. Maicon: 5,5 – Começou bem, mas depois caiu de produção. Foi pouco procurado também, atacou pouco e muitas vezes sofreu com a marcação marfinense – perdeu sete bolas. Lúcio: 6 – Seu jeito estabanado não é refletido em seu futebol. É o líder da defesa, se impõe sobre os adversários. Perdeu pouquíssimas bolas. Juan: 5 – Atuação tranqüila, mas sem se destacar como no primeiro jogo. Foi pouco exigido pelo ataque marfinense. Michel Bastos: 5 – Não conseguiu atacar, seu ponto forte. Porém, não errou na defesa, seu ponto fraco. Gilberto Silva: 5 – À frente da dupla de zaga, é eficiente, sem comprometer. Ainda não foi obrigado, nesta a Copa, a correr atrás dos adversários. Felipe Melo: 4,5 – Ficou abaixo dos seus companheiros defensivos. Errou muitos passes no começo do jogo e não acompanhou Drogba no gol marfinense. Elano: 6 – Mais uma vez teve papel fundamental na Seleção, mas errou muitos passes no primeiro tempo. Fez um gol no segundo e saiu lesionado. Daniel Alves: 5 – Entrou aos 33 minutos do segundo tempo, pouco apareceu e cobrou uma falta no gol. Kaká: 5,5 – Comprometeu sua atuação ao perder a cabeça no final do jogo. Por mais que seu segundo cartão amarelo tenha sido injusto, deveria ter se controlado. Ao longo do jogo, lembrou bons momentos, com arrancadas e duas assistências. Robinho: 6 – Pode não ter marcado ou dado assistência alguma, mas continua aparecendo bastante, se movimentando por todo setor ofensivo. Não se esconde do jogo em momento algum. Ramires: Sem nota – Entrou aos 47 minutos do segundo tempo. Pelo menos desta vez não levou o cartão amarelo. Luís Fabiano: 8 – Dois gols e uma briga constante em campo. Precisa, talvez, esfriar um pouco a cabeça em alguns lances.
COSTA DO MARFIM Barry Boubacar: 4,5 – Não falhou nos gols, mas poderia ter atrapalhado um pouco mais nesses lances. Guy Demel: 5,5 – Foi bem no apoio e deu trabalho a Michel Bastos. Na defesa teve atuação destacada também. Kolo Touré: 4 – Foi chapelado no primeiro gol, perdeu muitas bolas para os atacantes brasiliero e ficou abaixo do que pode produzir. Didier Zokora: 4 – Outro que teve atuação abaixo da média. Muitas vezes se perdeu no toque de bola do Brasil. Siaka Tiéné: 4 – Não conseguiu marcar. E ainda exagerou em diversas jogadas, sendo um dos mais violentos da Costa do Marfim. Emmanuel Eboué: 5,5 – Esteve bem na marcação e conseguiu criar pelo menos uma boa jogada no ataque. Romaric: 5,5 – Entrou no segundo tempo e deu muita movimentação ao setor ofensivo. Deu um belo chute de longe e obrigou Júlio César a fazer uma grande defesa. Yaya Touré: 5,5 – Correu muito, se desdobrou na marcação e errou poucos passes, sendo que foi muito acionado (46 de 51). Cheick Tioté: 4,5 – Na primeira etapa apareceu bem, criando algumas jogadas pelo meio. Mas depois ficou preso demais. Aruna Dindane: 4,5 – Sumido em campo, não fez nada no primeiro tempo e foi substituído. Gervinho: 5,5 – Entrou no início da segunda etapa e se movimentou bastante, criando algumas jogadas. Didier Drogba: 5,5 – Atuação prejudicada porque a bola pouco chegou. Quando chegou, ele estava lá para marcar. Salomon Kalou: 5 – Foi bem no primeiro tempo, criando muitas jogadas pela ponta, mas depois sumiu. Kader Keita: 4 – Não pensou em jogar futebol. Provocou muitos os brasileiros.
GOLS
terça-feira, 15 de junho de 2010
Pós-Jogo:Brasil 2 x 1 Coreia do Norte
Presa na marcação norte-coreana, a Seleção Brasileira passou toda a primeira etapa sem marcar. Abriu o placar somente no segundo tempo, e mesmo assim, no final, ainda conseguiu levar uma certa pressão do adversário. Com o resultado, o Brasil lidera isolado o Grupo G, com três pontos, à frente de Portugal e Costa do Marfim, ambos com um.
A Seleção começou tomando a iniciativa do jogo. Robinho, principalmente, era quem mais tentava as jogadas individuais. O primeiro chute a gol veio aos seis minutos, mas Elano, de fora da área, mandou para longe. Após os dez minutos, porém, a empolgação inicial se transformou em um pouco de afobação, com os jogadores chutando de qualquer modo ao gol. Com isso, a Coreia do Norte conseguiu trocar algumas bolas no meio e no ataque.
Kaká, em alguns lances, apanhou da bola
Aos 20 minutos, Robinho recebeu um bom passe pela direita da área. O jogador do Santos dominou a bola, girou sobre o marcador e chutou. Ri Myong Guk, bem colocado, defendeu sem problemas. Quatro minutos depois, foi a vez de Jong Tae Se assustar a defesa brasileira. Pela esquerda, ele driblou Juan, mas na sequência chutou cruzado, forte demais, e a bola subiu muito.
Até então, os norte-coreanos, com uma linha de cinco defensores atrás, marcavam muito bem os brasileiros. Kaká, preso no meio da marcação, pouco aparecia. As ligações da defesa ao ataque ficavam restritas aos volantes e laterais.
Aos 31, novamente a Coreia do Norte voltou a criar uma boa jogada. Após cobrança de escanteio, a bola sobrou para Hong Young Jo, que fintou Lúcio e tocou para Ri Kwang Chon, na entrada da área, chutar rasteiro, fraco, para fora. Dois minutos depois, finalmente o Brasil chutou de longe com perigo. Michel Bastos arriscou, a bola desviou na zaga adversária, e passou perto do ângulo.
Até o final do primeiro tempo, o cenário pouco mudou. O Brasil pressionava, mas a Coreia do Norte marcava muito bem – e criava, de vez em quando, algum contra-ataque. No intervalo, as estatísticas mostravam o domínio brasileiro na posse de bola (66% x 34%), mas o equilíbrio nos chutes ao gol (9 x 6).
Dunga não fez nenhuma alteração no intervalo e a Seleção voltou para o segundo tempo com a mesma escalação e os mesmos problemas.
Aos cinco minutos, após um vacilo da defesa norte-coreana, Robinho criou boa jogada pelo meio, mas teve o chute travado. Na sobra, Kaká dominou e foi derrubado perto da meia-lua. Na cobrança da falta, Michel Bastos chutou forte e a Jabulani pegou efeito demais e saiu pela esquerda.
Empolgado novamente, como no início do jogo, o Brasil foi pra cima. Aos sete minutos, foi a vez de Robinho chutar com perigo. Nos contra-ataques, porém, a Coreia do Norte conseguia criar algumas oportunidades – cenário muito parecido com o da primeira etapa.
Finalmente, aos nove minutos, o Brasil conseguiu abrir o placar. Felipe Melo, que fazia ótimo jogo, virou da esquerda para a direita, em grande lançamento. Elano dominou, Maicon passou em velocidade e recebeu o passe em profundidade. Olhando para o chão, chutou forte, cruzado. A bola pegou efeito – a Jabulani, desta vez, ajudou – e enganou o goleiro norte-coreano.
Atrás no placar, a Coreia do Norte precisou sair mais para o jogo e, naturalmente, deu mais espaços atrás. Aos 18 minutos, Robinho tocou para Luís Fabiano, dentro da área, dominar e chutar por cima a chance de ampliar. O placar aumentou pouco tempo depois. Aos 26, Robinho, de novo, voltou para buscar o jogo e fez lindo passe para Elano, por trás da linha de cinco defensores norte-coreanos, tocar com categoria para o fundo do gol.
Elano deu a assistência do primeiro gol e marcou o segundo
Com a vitória aparentemente garantida, o Brasil se manteve no ataque, buscando ampliar a vantagem. Aos 32 minutos, Robinho tentou marcar o dele, chutando de longe, mas a bola subiu demais – outra vez. Na sequência, Nilmar, que acabara de entrar no lugar de Kaká, também arriscou de fora da área.
Aos 40 minutos, no entanto, Jong Tae Se recebeu longo lançamento, ganhou na corrida de Juan, mas na hora do chute, o zagueiro brasileiro se recuperou e tocou a bola para a linha de fundo. Três minutos depois não teve jeito. Ji Yum Nam dominou pela esquerda da área, passou por Lúcio, que chegou atrasado, e chutou cruzado, sem chances para Julio Cesar.
No final das contas, a vitória brasileira foi, obviamente, merecida. Dominou toda a partida, criou mais oportunidade e é muito superior ao time norte-coreano. O jogo serviu, porém, para ver algumas falhas e detalhes que precisam ser corrigidos para o restante da Copa do Mundo.
No final, os norte-coreanos diminuíram e pressionaram pelo empate
Ficha técnica
Brasil 2x1 Coreia do Norte
Local: Estádio Ellis Park, Joanesburgo Data: 13/06, terça-feira Árbitro: Viktor Kassai (HUN) Público: 54.331 Gols: Maicon aos 9’/2T e Elano aos 26’/2T (Brasil); Ji Yum Nam aos 44’/2T (Coreia do Norte) Cartão amarelo: Ramires (Brasil)
Brasil 1-Julio Cesar, 2-Maicon, 3-Lúcio, 4-Juan e 6-Michel Bastos; 8-Gilberto Silva, 5-Felipe Melo (18-Ramires aos 38’/2T), 8-Elano (13-Daniel Alves aos 27’/2T) e 10-Kaká (21-Nilmar aos 32’/2T); 9-Luis Fabiano e 11-Robinho. Técnico: Dunga.
Coreia do Norte 1-Ri Myong Guk, 2-Cha Jong Hyok, 13-Pak Chol Jin, 3-Ri Jun Il, 5-Ri Kwang Chon e 8-Ji Yum Nam; 11-Mun In Guk (6-Kim Kum Il aos 34’/2T), 17-An Yong Hak e 4-Pak Nam Chol; 9-Jong Tae Se e 10-Hong Young Jo. Técnico: Kim Jong Hun.
NOTAS
BRASIL Julio Cesar: 5 – Telespectador. Podia ter ficado o jogo inteiro sentado em um sofá. Maicon: 6,5 – Precisava ter aparecido mais no ataque, mas quando apareceu, fez com eficiência. Careceu de um companheiro no setor. Lúcio: 4,5 – Seu estilo de jogo, baseado na força, não caiu bem. Começou a partida com algumas jogadas violentas e chegou atrasado em outros lances. Juan: 6,5 – Não perdeu uma bola, não deu um pontapé. Jogou com classe e categoria, atuação impecável (mas contra adversário fracos, é bem verdade) Michel Bastos: 5,5 – Começou muito mal, visivelmente nervoso. Na segunda etapa, coma vantagem no placar, se soltou mais. Gilberto Silva: 5 – Sem ter que marcar os adversários, não sabia o que fazer em campo. Ficou perdido à frente da defesa brasileira. Felipe Melo: 6 – Depois de algumas atuações fracas, fez uma boa partida. Deu 92 passes e errou somente oito. Ramires: 4 – Entrou aos 40 minutos do segundo tempo, mas levou um cartão amarelo bobo. Elano: 6,5 – Deu a assistência do primeiro gol, marcou o segundo e se esforçou bastante em buscar o jogo e criar algo. Daniel Alves: 5 – Não entrou bem, como de costume. Tentou alguns lançamentos, mas sem brilho algum. Kaká: 4 – Está muito fora de forma. Em alguns lances, parecia um carro de passeio em uma corrida de Fórmula 1. Nilmar: 5,5 – Entrou com vontade, chutou ao gol e correu bastante. Se tivesse tido mais tempo, talvez tivesse feito alguma diferença. Luís Fabiano: 4 – Muita vontade, pouca técnica e algumas faltas, até mesmo violentas. Ansioso demais em sua estreia na Copa. Robinho: 7 – Foi o jogador brasileiro que mais teve vontade, iniciativa. Criou muitas jogadas, arriscou chutes e deu a assistência no segundo gol.
COREIA DO NORTE Ri Myong Guk: 4,5 – No primeiro gol saiu um pouco antes e acabou levando o chute no contra-pé. Cha Jong Hyok: 5 – Foi eficiente na marcação na primeira etapa, depois perdeu algumas bolas. Pak Chol Jin: 5 – Bom nas bolas aéreas e razoável no chão. Não comprometeu. Ri Jun Il: 5,5 – Comandou a defesa do centro. Não falhou e teve boa atuação. Ri Kwang Chon: 4,5 - Se confundiu em alguns lances pela direita. Ji Yum Nam: 5,5 – Marcou o gol, mas não foi tão bem na marcação de Maicon. Mun In Guk: 4 – Deveria ter criado mais jogadas para o ataque, mas não conseguiu sair para o jogo. Kim Kum Il: Sem nota – Entrou aos 34 minutos do segundo tempo. An Yong Hak: 5,5 – À frente da defesa norte-coreana, foi quem mais desarmou os jogadores brasileiros. Pak Nam Chol: 4,5 – Não conseguiu segurar a bola no meio e foi mal nos passes para o ataque. Jong Tae Se: 5,5 – Tentou bastante, correu, mas estava isolado. É bom jogador, mas joga de cabeça baixa muitas vezes. Hong Yong Jo: 5,5 – Errou somente sete passes de 32, sendo o principal jogador de criação da Coreia do Norte. Fez um bom jogo.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Pré-Jogo:Brasil vs Coreia do Norte
Foram quatro anos de muitas polêmicas, títulos e descrédito. Nesta terça-feira, o técnico Dunga inicia a Copa do Mundo como comandante do Brasil e coloca todo seu trabalho e idéias à prova. Às 15h30, a Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo contra a Coreia do Norte, no histórico estádio Ellis Park, em Joanesburgo.
Escolhido pela CBF para dar uma “nova cara” ao time após o fracasso no Mundial de 2006, Dunga impôs uma série de limites na equipe, desprezou estrelas como Ronaldinho Gaúcho, comprou briga com a imprensa e definiu um grupo com jogadores fiéis ao seu estilo e mentalidade.
Ao longo da semana, fechou boa parte dos treinos, mas a Seleção Brasileira não terá surpresas para o jogo contra os norte-coreanos. Julio Cesar, recuperado das dores nas costas, será o titular no gol. No resto da defesa, nenhuma novidade, com o quarteto Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos. Destes, o lateral-esquerdo é quem mais tem que provar que merece o posto, conquistado às vésperas da competição.
No meio, apesar dos apelos por jogadores mais criativos, como Ramires, Dunga tem confiança na dupla de volantes Gilberto Silva-Felipe Melo, extremamente criticada nas últimas semanas. Elano será o responsável pelas bolas paradas, e Kaká, ainda longe da forma ideal, a ligação com o ataque.
O ataque tem a fase instável de Luís Fabiano, que não marca um gol pela Seleção há cinco jogos – o último foi em 5 de setembro do ano passado, no 3 a 1 sobre a Argentina pelas eliminatórias. O centroavante se diz totalmente recuperado da lesão muscular sofrida no final da temporada pelo Sevilla.
Quem entra na Copa com enorme responsabilidade é o atacante Robinho. Nos últimos quatro anos, foi um dos jogadores mais utilizados por Dunga, mesmo quando estava em péssimo momento no Manchester City. Retornou ao Brasil no início de 2010 para atuar no Santos e garantir seu lugar no Mundial. Conseguiu, também, voltar a jogar bem e é uma das maiores esperanças do time.
“Independentemente se o adversário tem tradição ou não, temos que fazer valer dentro de campo. Os resultados nos últimos anos foram bons, mas agora é cobrança. No futebol não há futuro ou passado, estamos cientes disso”, afirmou Dunga na véspera do jogo.
Do outro lado, pouco ainda se sabe sobre a Coreia do Norte. Nesta semana, os jogadores brasileiros, mesmo, afirmaram saber quase nada sobre o adversário.
Pela segunda vez na história os norte-coreanos participam de um Mundial de futebol. Em 1966, assombraram o planeta ao vencer a Itália por 1 a 0 e dar muito trabalho à seleção portuguesa, comandada por Eusébio. E é esse espírito que a comissão técnica e os jogadores esperam resgatar.
O técnico Kim Jong Hun sabe que será uma tarefa complicada encarar o Brasil e armou o time na defesa. “Sabemos que todos os jogadores são famosos e a Seleção Brasileira é a mais forte do mundo. Não parece que eles tenham alguma fraqueza. Nossas chances podem não ser grandes, mas podemos dizer que sempre há alguma”, afirmou o treinador. “A mentalidade pela vitória, a força organizacional e a unidade na luta são três atributos que temos à frente do Brasil”.
Suspenso pela Fifa por uma expulsão nas eliminatórias asiáticas, o meia norte-coreano Yong Jun Kim é o único desfalque. O maior destaque do time é o atacante Jong Tae Se, nascido no Japão, mas naturalizado norte-coreano. Jogador do Kawasaki Frontale, tem bom chute de fora da área e alguma habilidade. É também, talvez, o único jogador conhecido pelos rivais brasileiros. A Coreia do Norte, sob regime comunista, é um dos países mais fechados do mundo.
Palpite:Brasil 2 x 0 Coreia do Norte,gols de Luís Fabiano e Robinho
Ficha técnica
Brasil x Coreia do Norte
Local: Estádio Ellis Park, Joanesburgo Data: 13/06, terça-feira Horário: 15h30 Árbitro: Viktor Kassai (HUN)
Brasil 1-Julio Cesar, 2-Maicon, 3-Lúcio, 4-Juan e 6-Michel Bastos; 8-Gilberto Silva, 5-Felipe Melo, 8-Elano e 10-Kaká; 9-Luis Fabiano e 11-Robinho. Técnico: Dunga.
Coreia do Norte 1-Ri Myong Guk, 2-Cha Jong Hyok, 13-Pak Chol Jin, 3-Ri Jun Il, 5-Ri Kwang Chon e 16-Nam Song Chol; 11-Mun In Guk, 17-An Yong Hak e 4-Pak Nam Chol; 9-Jong Tae Se e 10-Hong Young Jo. Técnico: Kim Jong Hun.

